sábado, 12 de março de 2011

A visão da montanha 1


“Jesus tomou… Pedro, Tiago e João… e os levou a um alto monte.” – Mateus 17:1 

Pense nisso: (1) Nem todos chegam a subir a montanha. Jesus escolheu somente três.Ele não levou a todos para que ninguém se sentisse menosprezado. Não explicou nem se desculpou perante os demais discípulos que ficaram embaixo. Deus nos ama igualmente, mas não dá a todos nós as mesmas atribuições ou experiências. Ele chama e não nós, portanto, confie. Ele sabe o que está fazendo. (2) Aqueles que sobem a montanha não são necessariamente mais sábios ou mais espirituais. Depois de ver Jesus envolto no brilho da glória de Deus, Pedro falou sem pensar: “Faremos três tendas e ficaremos aqui” (Ver Mateus 17:4). Ele estava sendo sincero, mas estava sinceramente errado. Resista à tentação de falar, esperando para ouvir o que Deus tem a dizer. Resista à tentação de construir seu ministério em torno de uma experiência que teve com Deus destinada a equipá-lo pessoalmente, e não a ser o tema e a principal ênfase da sua vida. (3) O plano de Deus é colocar todos os holofotes em Jesus, e não em você. E esta é uma lição da qual sempre precisamos lembrar. “Enquanto ele ainda estava falando, uma nuvem resplandecente os envolveu, e dela saiu uma voz que dizia: ‘Este é o Meu Filho amado em quem Me agrado. Ouçam-no!’… E erguendo eles os olhos, não viram mais ninguém a não ser Jesus” (Mt 17: 5-8 NVI). Seu maior desafio é chegar ao ponto de não colocar o foco em “ninguém a não ser Jesus.” O relacionamento mais importante que você tem é com Ele. O único plano que dará certo é o Dele. E o poder necessário para cumprir esse plano também vem somente Dele.

Texto retirado da revista Devocional "Palavra de Hoje" Em 03/03/2009



“Dependência”
Eleny Vassão de Paula Aitken
Um dos “best-sellers” nos EUA é um livro escrito por um cego. Ali ele relata sua aventura, ao caminhar por uma perigosa trilha entre as montanhas por oito meses, acompanhadas somente por seu cão-guia. Perigosamente, escorregou à beira de abismos, rolou partes da montanha, mas sempre se levantou, limpou as roupas já gastas, e continuou a caminhada. Tanto o homem, como seu cão, tinha sempre os ouvidos atentos, com os pés e mãos sensíveis ao tato, ao cheiro, a posição do vento, alertas para andar somente na trilha.

Situações de crise na vida nos deixam mais alertas, sensíveis à voz de Deus, buscando Sua orientação. Em trilhas escarpadas, sabemos que precisamos segurar em Suas firmes mãos.
Maior perigo nós corremos quando estamos andando em caminho liso, sem irregularidades no relevo. Passamos a confiar em nós mesmos, soltamos as mãos do corrimão, e em nossa petulância, aos poucos nos tornamos cegos aos perigos do caminho.
Foi no deserto, aparentemente plano, seco e solitário, que Jesus sofreu as maiores tentações. Mas o homem-Deus, vigilante e fiel à Palavra, não confiou em Si mesmo, mas no Senhor, Seu Pai.
É somente na dependência do Senhor que aprendemos sobre o Seu caráter, sobre o Seu amor, e nos fortalecemos na Sua força.








Nenhum comentário:

Postar um comentário